A chuvinha no mês de Junho não é muito habitual... Vislumbro o velho Dispensário em frente à Catedral nova onde tantas vezes passei.... Quantas? Não tem conta...tal como a saudade... Abraço Graça
Jorge Obrigada pela visita amiga...estou de regresso! Também nós somos como o tempo...ora cheios de sol, ora com chuvas torrenciais como as do nosso Chuabo...mas tudo isto, é vida! Beijo amigo Graça
Onde há casas menores com portas abertaspor sobre os espaços que a luz ornaentre as palmeirase vultos que amanhecem envoltosem lençóis de que a noite suja escorreu,a manhã pousanos pulsos das mulheres que se elevam com elae meninos negros alteiam-seno flanco das mães,de olhos que a esperança já estria.Os comerciantes assoam-se de varanda para varanda,retribuem devagar a amizadeque os meninos trazem para foradas tarefas diárias,as luas carcomidas no sítio das fogueirasenfiadas murmuramente em seus colares.Sebastião Alba
5 comentários:
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Thanks!
-Tong
A chuvinha no mês de Junho não é muito habitual... Vislumbro o velho Dispensário em frente à Catedral nova onde tantas vezes passei.... Quantas? Não tem conta...tal como a saudade...
Abraço
Graça
Jorge
Obrigada pela visita amiga...estou de regresso! Também nós somos como o tempo...ora cheios de sol, ora com chuvas torrenciais como as do nosso Chuabo...mas tudo isto, é vida!
Beijo amigo
Graça
Si, recuerdo muy bien Quelimane...
Todo fluye en mi interior con los recuerdos...
Gracias amigo mio.
Abrazos con cariño
sonia
Ainda não parou de chover?!!
Carlos JC Silva
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